SOBRE
O ano de 2011 foi o início da minha imersão na cultura italiana. Antes, o que eu havia acumulado no Brasil era um repertório básico: o conhecimento da língua, o rastreamento não muito aprofundado da genealogia da minha família, os documentos para entrar com o processo de reconhecimento da cidadania e uma noção razoável da História da Itália.
Em Roma, tive reconhecida a minha nacionalidade italiana. Protagonista do Direito Ocidental, a capital da Itália muito me ensinou sobre embasamentos legais, correlatas interpretações – incluindo o caos – e efeitos na vida real. Para além disso, o privilégio de vivenciá-la jogou luz sobre os meandros que a unem ao Catolicismo. Do infindável acervo histórico da Igreja, os caminhos da genealogia.
Em meio a esse trajeto, dentre agravantes e atenuantes, foram muitas as descobertas interessantes advindas do trabalho, viagens e situações aleatórias ao “mundo” da cidadania italiana. Por conseguinte, criei o blog para compartilhá-las com vocês!
Sejam muito bem-vindos!!
Matera: “É aqui que te deixo para conversar com Deus.” (III)
A informação do Rocco fazia sentido. De fato, as cidades da província da Matera são muito espaçadas. Na falta de hospedagem e ônibus, não teria como eu caminhar os inóspitos 26…
Matera: as cavernas da Reserva da Murgia Materana (V)
Fui seguindo a mureta dos fundos da igreja Madonna de Idris atenta às ramificações que as trilhas faziam rumo às famosas cavernas da Matera, lá do outro lado do penhasco. Avistei…
Trilha nas Dolomitas Trentinas
Apenas dois dias me separaram do abençoado camping no Lago di Caldonazzo e o retorno ao trabalho. Resolvidas algumas questões com um processo da cidadania italiana, peguei o primeiro busão…
Cesena: cidadania italiana e rock n´ roll
Em 2017, a Sarita me mandou um vídeo do youtube com um galerão ordenadamente espalhado entre quadrantes de trocentas baterias, guitarras, baixos e microfones, num lugar descampado, ensolarado, de quase…
14. Dentre carreira solo e Dire Straits, o gelo europeu se derrete sob o efeito Knopfler
Curioso era ver o contraste entre a superbanda do Mark Knopfler e o palco de fundo preto, com a sigla do festival em branco, iluminação básica e sem qualquer recurso…
10. No centro histórico de Milão também paga-se caro num coliform´s qualquer
Havia um pessoal cuidando dos preparativos do festival. Não seria somente o Mark Knopfler a tocar. Todos me olhavam com cara de dúvida, pois era óbvio que eu não deveria estar…


Paula Esposito
Assessoria no processo da Cidadania Italiana
Mestranda em Geografia (Imigração Italiana) | Universidade Federal de Viçosa – UFV